quinta-feira, janeiro 31, 2008
Ensemble C'est tout, de Claude Berri (2007)
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31.1.08
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segunda-feira, janeiro 28, 2008
The Magnetic Fields - Distortion

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28.1.08
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quarta-feira, janeiro 23, 2008
4 meses, 3 semanas e 2 dias, de Cristian Mungiu (2007)
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23.1.08
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terça-feira, janeiro 22, 2008
Cats on Fire - "The Province Complains" (2007)
Aqui fica a música "Draw In The Reins" para abrir o apetite:
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22.1.08
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sábado, janeiro 19, 2008
The Go Team! @ Lux-Frágil 18/01/2008
Do It, Do It, Allright!

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19.1.08
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terça-feira, janeiro 15, 2008
Cassandra`s Dream, de Woody Allen (2007)
Mais um ano, mais um filme de Woody Allen, que já nos habituou ao seu filme anual. Se por um lado, os verdadeiros fãs não podem passar sem esse momento anual, por outro, pode não ser positivo para a sua obra realizar um filme por ano. Deixemos de lado essa aparente tentativa de bater um qualquer record, a verdade é que um filme de Woddy Allen, a meu ver, continuará sempre a ser um acontecimento, ainda que este "O Sonho de Cassandra" seja apenas um filme bom. Esta é uma obra na qual o realizador retoma a temática do crime e castigo, e dos dilemas morais que atormentam quem se torna um assassino. Regressa igualmente ao crime enquanto garantia de ascensão social, divagando novamente pela oposição existente entre diferentes classes sociais e as oportunidades díspares que normalmente estão associadas a cada uma das posições na sociedade. Vem, pois, na senda de "Crimes e Escapadelas" e do mais recente "Match Point". Este filme conta-nos a história de dois irmãos (interpretados por Ewan McGregor e Colin Farrel), oriundos de classe média baixa, que não estando satisfeitos com a vida que levam, aceitam cometer um crime, como passaporte para uma vida melhor. O sotaque britânico continua a assentar como uma luva na obra do realizador, o argumento é um pouco requentado, mas as interpretações sao consistentes e há momentos verdadeiramente únicos. Ainda que o fim do filme, seja um pouco despachado, o que já vem sendo típico (mas outra coisa não seria de esperar, dada a inspiração nas tragédias gregas), são cerca de 100 minutos muito bem passados, acompanhados pela música de Phillip Glass, que sem dúvida contribui muito para o bom desempenho do filme. Fica, no entanto, a questão: irá Woody Allen, com a mudança para Barcelona, novamente com Scarlett Johansson, e com o contributo de Penelope Cruz, dar uma nova volta na sua carreira? Esperemos que sim.
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15.1.08
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sábado, janeiro 12, 2008
Shout Out Louds vs The Cure
The Cure-Friday I'm in love
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12.1.08
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quarta-feira, janeiro 09, 2008
Eastern Promises - Promessas Perigosas
O cinema de David Cronemberg é naturalmente um cinema negro, depressivo e que extravasa pouca felicidade. É também um cinema cru, de violência por vezes extrema e angustiante. As personagens dos seus filmes são normalmente almas deambulantes e ambivalentes, que procuram o prazer através de métodos pouco ortodoxos. Foi assim com "Crash" e mais recentemente com "Uma História de Violência". A história deste filme é mais linear que os anteriores filmes do realizador. Ainda assim, há um enigma latente, que é perceber se a personagem interpretada por Viggo Mortensen (mais uma vez a trabalhar com Cronemberg) é do bem ou é do mal. Trata-se de um filme que nos remete para os meandros da máfia russa em Londres, dos seus negócios de fachada e das suas actividades obscuras. É também um filme onde o conceito de família está muito presente, quer na sua forma tradicional (sangue do mesmo sangue), quer no seu formato fabricado (os tentáculos da máfia). O mote é a morte de uma prostituta russa no momento em que dá a luz, e o interesse em descobrir a família da criança, que leva a enfermeira interpretada pela actriz Naomi Watts a dar de caras com a máfia. Ainda que piscando o olho ao mainstream, Cronemberg diferencia-se pela capacidade de não cair no óbvio. O final do filme acaba por ser surpreendente, num filme com um elenco muito bom.
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9.1.08
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domingo, janeiro 06, 2008
Dirty Habits

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6.1.08
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sábado, janeiro 05, 2008
Dexter
RTP2, 30/01, 22:40
Aquando da promoção da série no canal FX foi usada uma versão de "Psycho Killer" dos Talking Heads. Aqui fica o original desta viciante música.
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5.1.08
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sexta-feira, janeiro 04, 2008
Intimidade - Interiors, de Woody Allen (1978)

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4.1.08
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quarta-feira, janeiro 02, 2008
Lei do tabaco, uma opinião
Continuamente vemos novidades,
O tempo cobre o chão de verde manto,
E, afora este mudar-se cada dia,
Luís de Camões

Desde 1 de Janeiro que é proibido fumar na restauração, locais públicos, transportes, áreas comerciais e culturais, etc. Este é um assunto que está longe de estar arrumado, a procissão ainda agora vai no adro. E o facto do responsável máximo da entidade que fiscaliza as áreas comerciais e de restauração (ASAE) ter sido fotografado no dia 1 de janeiro a fumar num casino, também não ajuda. Também é certo que a proibiçao pura e dura, sem qualquer tipo de sensibilização ou acompanhamento dos principais visados não é correcta, e é comum dizer que o fruto proibido é sempre o mais apetecido, principalmente num país pouco habituado a cumprir regras. Mas sejamos razoáveis. Argumentos como os que tenho ouvido, sobre tratar-se de um atentado à liberdade individual ou que em cada um de nós nascerá um PIDE, parecem-me exagerados e reflexo de um raciocinio muito arcaico. Porque é que estas mesmas pessoas não se importaram de respeitar um pouco mais a liberdade dos que não fumam, até agora. Porque é que é tão consensual que não se fume em transportes públicos e áreas culturais, e se critique tanto a abolição do tabaco na restauração e nos centros comerciais? O princípio deveria ser o mesmo, o respeito pelos outros que escolheram não fumar, e é pena que seja necessário uma lei deste género para que esse respeito seja lembrado. Obviamente que o interesse do Estado não é que as pessoas deixem de fumar, e já estamos cá há tempo suficiente para saber que de boas intenções está o inferno cheio, mas não vale a pena fazer desta situação um drama. Bem sei que nos tempos que correm, para alguns, fumar é uma das únicas formas de evasão do espírito a que têm acesso, mas quem conseguir, aproveite para deixar de fumar, sempre poupa uns trocos. Quem não conseguir, aproveite para conviver mais ao ar livre, fazer mais compras nas zonas de comércio nao fechadas, e quem sabe até contribuir para que haja mais esplanadas, mais gente nas ruas e mais quiosques onde possam beber o cafezinho. Que fique bem claro, como costumo dizer, que não tenho nada contra fumadores, até tenho amigos que são, mas da mesma forma que durante anos muitos se calaram, conformaram e tentaram viver com a adversidade, está na hora de outros fazerem o mesmo, e não há de ser um sacrificio assim tão grande...! Pena que as pessoas não se juntem para reivindicar direitos muito mais importantes e imprescindíveis.
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2.1.08
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