Scoop, de Woody Allen
com Woody Allen, Scarlett Johansson, Hugh Jackman
Estamos de volta ao grande dilema (anual) de avaliar mais um filme de Woody Allen.
Scoop junta novamente Woody Allen a Scarlett Johansson, desta vez contracenando. Como é hábito há 2 eixos de crítica que são basilares na ánalise de um filme de Allen, a comparação com o filme anterior, e as associações que se possam encontrar com filmes passados. Assim, e fazendo jus a esse modelo de análise pouco imaginativo e repetitivo, podemos dizer que Johansson está bem e recomenda-se, incorporando as neuroses, tiques e manias de Allen. A actriz contracena aqui com Allen fazendo lembrar Diane Keaton nomeadamente em "O Misterioso Assassinio em Manhattan" filme que também abordava a temática do assassinato. Woody Allen, regressa a um papel de humor mais fisico, lembrando as suas primeiras obras como "O Heroi do ano 2000", o eterno desastrado e desajeitado, o bôbo das cartas de Tarot.
A magia e o ilusionismo estão de regresso após "A Maldição do Escorpião de Jade". Neste liquidificador alleniano onde se misturam vários ingredientes tipicos, o resultado é agradável, ainda que esteja longe de ser um filme genial. Não sou de opinião que a fasquia estava demasiado elevada com o antecessor "Match Point" e que "Scoop" seja uma desilusão. "Scoop" é um filme radicalmente diferente do anterior, ainda que o ambiente londrino e aristocrata faça lembrar "Match Point" bem como ser protagonizado pela mesma actriz. Mas "Scoop" (gosto do nome, por isso o repito tantas vezes) é um bom filme de Woody Allen.
Apenas nota menos positiva para o desfecho um pouco atabalhoado do filme. Como já vem sendo hábito, Allen parece que tem sempre pressa de acabar o seu filme quando chega aos 80 e tal minutos, e isso nem sempre contribui para um final digno.
Manhattan já começa a deixar saudades, mas venha o próximo, passado em Espanha.
com Woody Allen, Scarlett Johansson, Hugh Jackman
Estamos de volta ao grande dilema (anual) de avaliar mais um filme de Woody Allen.
Scoop junta novamente Woody Allen a Scarlett Johansson, desta vez contracenando. Como é hábito há 2 eixos de crítica que são basilares na ánalise de um filme de Allen, a comparação com o filme anterior, e as associações que se possam encontrar com filmes passados. Assim, e fazendo jus a esse modelo de análise pouco imaginativo e repetitivo, podemos dizer que Johansson está bem e recomenda-se, incorporando as neuroses, tiques e manias de Allen. A actriz contracena aqui com Allen fazendo lembrar Diane Keaton nomeadamente em "O Misterioso Assassinio em Manhattan" filme que também abordava a temática do assassinato. Woody Allen, regressa a um papel de humor mais fisico, lembrando as suas primeiras obras como "O Heroi do ano 2000", o eterno desastrado e desajeitado, o bôbo das cartas de Tarot.

Apenas nota menos positiva para o desfecho um pouco atabalhoado do filme. Como já vem sendo hábito, Allen parece que tem sempre pressa de acabar o seu filme quando chega aos 80 e tal minutos, e isso nem sempre contribui para um final digno.
Manhattan já começa a deixar saudades, mas venha o próximo, passado em Espanha.
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