In Público (31/3/2009)
Ana Henriques
terça-feira, março 31, 2009
Petiscos, vinhos e chocolate nos novos quiosques da Avenida da Liberdade
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31.3.09
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Quiosque de refrescos centenário regressa ao Largo de Camões
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31.3.09
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segunda-feira, junho 30, 2008
O Rossio na Betesga
Postal Ilustrado do Rossio, anos 70/80, quando ainda tinha vida (embora também tivesse carros)
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30.6.08
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domingo, março 16, 2008
The Soul of Lisbon
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16.3.08
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segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Antes era assim... Lisboa
Aeoroporto da Portela
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4.2.08
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sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Miradouro de S. Pedro de Alcântara
Fonte: Arquivo Fotográfico de Lisboa, autor e data desconhecidos
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1.2.08
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quinta-feira, dezembro 13, 2007
Cai neve em Lisboa
Não, apesar do frio, a verdade é que não cai, mas já caiu.
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13.12.07
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terça-feira, novembro 20, 2007
Cinemas King, outro fim anunciado?
Já há muito que sabiamos que o produtor Paulo Branco, proprietário da Medeia Filmes, detentora dos cinemas King e Nimas, em Lisboa, e com presença nos cinemas Monumental, Saldanha Residence, entre outros, estava em apuros financeiros. Depois dos megalómonos projectos falhados da exploração das salas de cinema do Alvaláxia e do Freeport de Alcochete, e com o fecho do cinema Ávila (do mesmo grupo), eis que se segue o encerramento do King, segundo o jornal Correio da Manhã (a propósito do fecho do Quarteto), para “a construção de garagens do Hotel Lutécia”.
O que vai ser da Atalanta Filmes, distribuidora que faz parte do grupo Medeia, e responsável pela programação do melhor cinema da cidade? Quem vai agora passar filmes menos comerciais, essencialmente europeus, asiáticos, nacionais ou independentes? É certo que não tinha o fulgor de outrora, mas pelas suas salas passaram grandes filmes de realizadores pouco conhecidos a par de conceituados cinaestas, ciclos de cinema de autor, sessões temáticas, uma programação de excelência, em salas muito mais confortáveis e com melhores condições do que por exemplo o Londres, Quarteto ou até mesmo algumas salas do Monumental ou Saldanha, numa zona com Metro, comboio e autocarros e numa das áreas residenciais e comerciais mais importantes de Lisboa (Av. Roma).
É óbvio que ninguém pode por as culpas no produtor, este tem um negócio, e tem de o gerir. Mas a Câmara Municipal, ou mesmo o Ministério da Cultura têm de estar atentos a estas situações. Com a saída de cena do King, abre-se uma grande lacuna em termos de programação cinéfila na cidade de Lisboa. E não estou aqui sequer a falar de um nicho de mercado dos mais residuais, estou a falar de uma imensa minoria, como vulgarmente se diz.
Cada vez mais, quem quer ver bom cinema tem de se limitar aos Festivais (de que o Indie ou o Doc são bons exemplos), ou a Cinemateca, que ainda assim não tem capacidade (nem será certamente do seu âmbito) para estrear novas produções. O Indie Lisboa, inclusive, já não irá usar o King como parceiro, optanto este próximo ano pela sala do Teatro Maria Matos, mesmo ao lado do King (a par do habitual cinema S. Jorge, Londres e Fórum Lisboa).
Alguém que pegue no Quarteto, faça as devidas obras, e adopte a programação cultural de distribuidoras como a Atalanta ou a Midas Filmes. Já que a Câmara não pega no extinto cinema Ódeon, mesmo ao lado do antigo Condes (actual Hard Rock Café). Salas camarárias como o S. Jorge ou o Fórum Lisboa poderiam também ter uma programação regular alternativa (que podia ser entregue a uma entidade privada), nos períodos em que estas salas não estão a ser usadas para festivais, concertos e outras actividades.
Aguardam-se mais novidades de mais uma atentado à cultura. Para já apenas existe uma pequena nota neste jornal.
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20.11.07
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sábado, novembro 17, 2007
Cinema Quarteto...fechado
Inspecção fecha cinema
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17.11.07
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terça-feira, novembro 06, 2007
Cinema Quarteto, o cinema fantasma
Em Janeiro de 2004, referi aqui o que Eduardo Prado Coelho no jornal Público sentenciava: "Mas também o Quarteto decaiu e se tornou um lugar inóspito onde quase ninguém se lembra de ir". Não podia estar mais certa a visão deste cronista, entretanto falecido. Recentemente voltei ao Cinema Quarteto, e deparei-me com um cenário no mínimo caricato. O Cinema Quarteto é o que considero um cinema fantasma. Neste momento a programação é constituida por filmes repetidos, de alguma qualidade, e em alguns casos passam pouco tempo depois da estreia, ou quando ja não se apanham em nenhuma outra sala, o que até considero positivo. Considero até que faz todo o sentido existir um cinema de repetições (antigamente Lisboa tinha vários cinemas de reprise, onde normalmente o povo via os filmes a preço acessível, já que as grandes estreias no Tivoli, Condes, Odeon, Eden, eram quase sempre para a elite). Contudo, não podia estar mais decadente, embora o atendimento até tenha sido exclusivo. O mesmo senhor que me vendeu o bilhete, foi quem projectou o filme. A sala estava vazia, e acabou por ser um previlégio o visionamento de um filme desta forma. O preço do bilhete parece-me demais, 4 euros, mas até entendo que haja custos a suportar. O bar estava fechado, provavelmente por ter sido um dia de semana à tarde, mas não tenho a certeza que abra à noite.
Mas há algo de único no Quarteto, um certo glamour decadente, como lhe chamaram aqui. São os posters vintage nas paredes, os acessos às salas, feitos via estreitas escadas, que por vezes subimos e descemos às escuras, as películas que já estão gastas, o cheiro a mofo, as cadeiras vermelhas já muito usadas e até os bilhetes antigos e em escudos (não sei se é assim intencionalmente, para dar um ar de revivalismo kitch ou porque a máquina é mesmo antiga). Foi um cinema de autor e de filmes de vanguarda (como se refere aqui), criado no pós 25 de Abril. É uma pena ver este cinema morrer. Por um lado a sua localização não é das melhores. Não se passada nada na Av. EUA, entre a Av. de Roma e Entre-campos, não há esplanadas, cafés ou comércio, só vai para aqueles lados que vive lá. Por outro lado, o Quarteto nos últimos anos, sempre teve dificuldade em competir com outras salas, o que advém do facto de muitos produtores serem igualmente distribuidores e até proprietários de cinemas (como é o caso da Castello Lopes). Ainda recentemente, as salas do Quarteto eram requisitadas para festivais e ciclos de cinema: Semana do Cinema Espanhol, Festival de Cinema Gay e Lésbico, Cinema Fantástico - Inatel, maratonas de filmes por altura de aniversário... hoje, pelo que me contam, até há sessões que atrasam porque há salas alugadas a entidades que nada têm a ver com a Sétima Arte (ao estilo cinema Império, se é que me estão a entender...). Alguém que pegue naquilo antes que seja tarde! Que bom seria poder ver lá, de forma regular, filmes que por exemplo tivessem passado em festivais como o Indie Lisboa, Doc Lisboa, Fantasporto ou Festroia, e para os quais há público. Talvez um dia...
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6.11.07
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domingo, novembro 04, 2007
Postais Ilustrados
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4.11.07
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quarta-feira, outubro 31, 2007
Praça do Comércio/Terreiro do Paço
Anos 70/80
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31.10.07
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Como cidadão que vive em Lisboa, e vê nos transportes públicos (e em particular nos Eléctricos) a solução mais viável para uma melhor mobilidade e qualidade de vida da cidade, associo-me a iniciativa do Fórum Cidadania Lx, no sentido de recuperar o Eléctrico 24, que a Carris tirou a Lisboa, prometendo repô-la em 1998, o que nunca aconteceu.
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31.10.07
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quarta-feira, outubro 10, 2007
Na semana em que se assinala 8 anos que habito por aqui, deixo mais algumas fotos desta cidade noutros tempos.
Rua/largo de Sapadores, Lisboa, 1969. Artur Inácio Bastos, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Av. da República/Saldanha, Lisboa, 1967.João Brito Geraldes, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
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10.10.07
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terça-feira, setembro 18, 2007
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18.9.07
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sexta-feira, setembro 07, 2007
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7.9.07
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quarta-feira, agosto 15, 2007
Miradouro de Santa Luzia, Lisboa
Fonte: Arquivo Fotográfico de Lisboa
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15.8.07
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quarta-feira, agosto 08, 2007
Cinema Monumental
Antes era assim...
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8.8.07
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domingo, julho 22, 2007
Eléctrico 28, Lisboa
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22.7.07
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domingo, julho 15, 2007
Em dia de decisões para Lisboa, ficam alguns pedaços que fazem parte da História da cidade.
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15.7.07
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